Eu abri a porta e seus olhos castanhos me encararam, com uma simples indagação: “O que está acontecendo?”. Eu realmente queria responder, mas as palavras se recusavam a repuxar as cordas vocais, e os soluços começavam novamente. Nada, não estou fazendo nada. Não estou dormindo direito, comendo direito, estudando direito, vivendo direito. É isso, o que não estou fazendo, por que ele está longe, e não é meu. Ela me envolveu em seus braços: “É saudade?”
É, é sempre a saudade.
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