É como se esse “amor”, ou sei lá o nome disso, fosse uma dessas tempestades colossais acompanhadas de ventanias. Não importa o tamanho do seu guarda-chuva, você sempre acaba encharcado. Nem meus tesouros simples e clichês estão me distraindo de você. Acabei na chuva para me molhar.
Livros, filmes, musica, café, cigarro. Nada tira seu rosto da minha cabeça. Fico me perguntando se você está bem, com quem está, e se lembra de mim as vezes. Se foi bem na prova do fim de semana, se por lá estava chovendo descontrole, como por aqui.
Esse ano você entrou na minha vida rapidamente e saiu com a mesma espontaneidade.
Outros vieram, ficaram algumas horas e foram expulsos pelo meu coração quando seu olhar encontrava o meu novamente. É como se você roubasse o papel dos meus pseudo-protagonistas dizendo: ei, esse papel é meu! E é, no momento. Mais certamente que todas as minhas incertezas infundadas. Não quero te escrever cartas que não serão lidas, só mais algumas de amor, mas veja bem: O alguém que eu quero na minha vida agora é você. All I wanted was you. Meses que procuro não escutar essa musica para o bem do meu psicológico, até que ontem ela tocou na reprodução aleatória do maldito Ipod, fazendo com que o chão de dissolvesse aos meus pés com memórias involuntárias e queridas.
Enfim, em momento algum demonstrei essas coisas que escrevo pra você, e você não é vidente. Mas pense comigo, agora que já sabe do que sinto. As vezes a felicidade introspectiva é muito maior quando temos companhia.
Desde a nossa ultima vez tenho pensado no que você pode sentir por mim, justamente pela frieza daquele momento. Estranha vez, que me fez mudar com você. Acho que apaguei essa vez da memória, na esperança de me dar uma nova chance de te conquistar.
Desde a nossa ultima vez tenho pensado no que você pode sentir por mim, justamente pela frieza daquele momento. Estranha vez, que me fez mudar com você. Acho que apaguei essa vez da memória, na esperança de me dar uma nova chance de te conquistar.
Acho engraçado minhas reações quando está você perto. Meu corpo reage perdendo a cordenação, minha língua embola embaralhando o fio da conversa. Você já percebeu, como fico atrapalhada quando você está por perto? Eu gosto dessa sensação de borboletas no estomago. Não as tire de mim.
Só quero que você saiba que... bem... quero sentir falta de você com motivos, e não sem momentos, como sinto agora. Como uma pessoa tão pequena pode gerar tanta confusão e saudade? Posso te pagar um café pra você me explicar?
Ok, esta noite eu sei que vou dormir pensando em você. Espero que saiba lidar com isso, caso eu invada seus sonhos com um sorriso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário