segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bala

É uma guerra.
Sem lógica, deixamos nossas almas de lado.
Achamos que de algo vai adiantar.
Mas acabamos sangrando, com os corpos inertes presos na lama.

Proposta obscena
Esquecer o que é o amor.
Esse amor de amigo, esse desejo de amigo.
Não tem primeiro nem terceiro caminho.

Estamos presos, algemados um ao outro.

Na acidez da rejeição é cada um por si.
A Deus não interessa.
Esses problemas pequenos de corações humanos.
Nós não vamos desistir.

Nem vamos esquecer.
Podemos sim, fugir.
Seu coração não para, seu respirar sim.
Quando a bala o atingir. 

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